Schott

Logo Schott

A Schott e a Laborglas trabalham em parceria, há mais de quinze anos, para atender com eficiência às necessidades do mercado vidreiro. Além do Brasil, somente a Coréia fornece artigos de vidro para laboratórios, com exclusividade, para todo o país. Isto demonstra a importância da consolidação de um mercado vidreiro no Brasil, através de uma parceria que tem como principal motivo de seus esforços os seus clientes.

 

Mais sobre o Grupo Schott:

Schott

Na confluência dos rios Reno e Meno na Alemanha, bem perto de Frankfurt, está situada a cidade de Mainz (Mogúncia), onde se encontra a matriz do Grupo Schott, SCHOTT GLASWERKE, centro nervoso de um complexo grupo de empresas, que emprega mundialmente 17.800 pessoas e fatura, redondamente, 1,4 bilhões de Euros (US$ 1.7 bilhões).Se considerar-mos as coligadas, o faturamento total sobe para 1,6 bilhões de Euros. 72% das vendas são originadas por fábricas e organizações de vendas no exterior. Dos produtos 65% se destinam à Europa, 22% à América do Norte, 6% ao Oriente, 3% à América do Sul, os 4% restantes para outras localidades.

Além da matriz em Mainz, o grupo Schott é formado por 47 unidades produtoras, distribuídas pêlos diversos continentes, no Brasil , atualmente existe a seguinte composição; Schott Brasil divisão Vitrofarma Rio de Janeiro, Schott Brasil Divisão Embalagem Itupeva São Paulo, divisão de Vendas Internacionais (Schott Brasil -São Paulo), Schott-Glaverbel Indaiatuba São Paulo e Mineração Omega São João del Rei Minas Gerais.

A rede de vendas composta de 25 filiais e mais de 260 representantes garante sua presença técnica e comercial junto aos seus clientes em mais de 100 países. A partir de aproximadamente 150 matérias primas inorgânicas, o grupo Schott fabrica uma vasta gama de produtos em vidros especiais. Estão incluídos principalmente produtos cujas excepcionais propriedades físicas e químicas fazem com que sejam componentes ou produtos finais essenciais para a mais avançada tecnologia em ciência, pesquisa e indústria. Vidros especiais da Schott são largamente empregados em indústria química, farmacêutica, eletrônica, aparelhos domésticos, óptica, engenharia de precisão e construção civil no mundo inteiro.

Com mais de 50.000 produtos em vidro, o grupo Schott é o maior fabricante europeu de vidros especiais.

Grupo Schott

Grupo Schott

Atualmente a Schott atua em oito diferentes Grupos de Negócios abrangendo linhas de produtos que vão desde um simples frasco Erlenmeyer até os maiores espelhos de precisão do mundo, com 8 m de diâmetro fabricados numa cerâmica de vidro de coeficiente de dilatação praticamente nulo, destinados ao European Southern Observatory (ESO), em instalação nas alturas dos Andes Chilenos. Após a recente queda do muro entre as duas Alemanhas, em 1989, e a consequente reunificação das Alemanhas Ocidental e Oriental, a Schott ocidental pode "recomprar" suas antigas instalações em Jena, bastante deterioradas para as necessidades industriais atuais, com o compromisso de sanar e investir pesadamente naquelas plantas com o mínimo de demissões possíveis.

A Schott está investindo na sua origem (US$ 150 milhões, até o momento), no aumento de produção do vidro para utilidades domésticas com a marca "Jenaer Glas"e de uma nova planta para fabricação de vidro borosilicato plano (float-glass), com nova tecnologia, com uma produção atual de 400.000m2/ano e espessuras até 15 mm).

Paralelamente, transferiu para lá parte de sua produção de ampolas farmacêuticas da célebre vitrocerâmica CERAN destinada à superfície de aquecimento de fogões domésticos e em fase de introdução no mercado brasileiro.

Otto  Schott

Otto Schott

A sua história se inicia no século passado, quando o químico Otto Schott da cidade de Witten, no vale do Ruhr, revolucionou a tecnologia de fundição de vidro, adicionando certos elementos químicos às composições tradicionais, obtendo assim vidros técnicos, de características ópticas excepcionais para a época. Submeteu então amostras destes vidros ao Dr. Abbe da Universidade de Jena, um dos mais renomados cientistas da época no campo da óptica e colaborador de Carl Zeiss, um pequeno fabricante artesanal dos primeiros microscópios na Alemanha, também em Jena. Este trabalho em conjunto com Ernst Abbe, a longa distância, foi a pedra fundamental na história do vidro óptico de alta pureza, graças à capacidade de Otto Schott em produzir e reproduzir vidros com as precisas propriedades físicas tão necessárias para as lentes dos microscópios científicos desenvolvidos por Abbe e Zeiss.

Anos mais tarde, em 1884, na cidade de Jena, localizada na antiga Alemanha Oriental, Otto Schott, Ernst Abbe, Carl e Roderich Zeiss se associam e formam a empresa Glastechnisches Laboratorium Schott & Genossen. Esta empresa, pouco depois rebatizada para Jenaer Glaswerk Schott & Genossen, se tornaram mundialmente famosas por seus produtos especiais em vidro.
Remonta também desta época o desenvolvimento do vidro borosilicato. Apesar dos primeiros registros da existência deste vidro datarem de 1225, onde se fala de um vidro resistente ao fogo empregado pelos árabes, tem que se dizer que Otto Schott, através do seu sucesso em desenvolver este vidro até sua produção industrial, é realmente o Pai do Vidro Borosilicato.

Grupo Schott

Grupo Schott

Atualmente a Schott atua em oito diferentes Grupos de Negócios abrangendo linhas de produtos que vão desde um simples frasco Erlenmeyer até os maiores espelhos de precisão do mundo, com 8 m de diâmetro fabricados numa cerâmica de vidro de coeficiente de dilatação praticamente nulo, destinados ao European Southern Observatory (ESO), em instalação nas alturas dos Andes Chilenos. Após a recente queda do muro entre as duas Alemanhas, em 1989, e a consequente reunificação das Alemanhas Ocidental e Oriental, a Schott ocidental pode "recomprar" suas antigas instalações em Jena, bastante deterioradas para as necessidades industriais atuais, com o compromisso de sanar e investir pesadamente naquelas plantas com o mínimo de demissões possíveis.

A Schott está investindo na sua origem (US$ 150 milhões, até o momento), no aumento de produção do vidro para utilidades domésticas com a marca "Jenaer Glas"e de uma nova planta para fabricação de vidro borosilicato plano (float-glass), com nova tecnologia, com uma produção atual de 400.000m2/ano e espessuras até 15 mm).

Paralelamente, transferiu para lá parte de sua produção de ampolas farmacêuticas da célebre vitrocerâmica CERAN destinada à superfície de aquecimento de fogões domésticos e em fase de introdução no mercado brasileiro.